As vezes pego-me pensando nela
Na forma, no gosto, na sensação de tê-la entre os dedos.
Quem é ela? Quem é ela?
Das tantas que tive, (e as sempre quero mais)
São todas iguais.
E igualmente, difere no gosto assim que toca os lábios quentes
É fria por natureza.
Mas que importa?
No silêncio, somente fumaça da sua boca agora aberta.
Na garganta sinto aquela vida esvair-se aos poucos
Uma morte devagar
E quando acabo com ela?
Quando vejo seu interior oco,
enquanto jogada termina vazia.
Não tenho dúvidas e parto pra próxima.
Um gesto simples ilumina uma noite qualquer
-Garçom, mais uma cerveja por favor!
domingo, 20 de dezembro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Canso, logo...
Quanto sobra de cada dia?
Quanta sobra de dia nenhum.
Quanta soma de desespero.
Quanto some de cada?
E o cansaço de cada dia que nunca sobra,
É o cansaço de cada sobra que nunca é dia.
O cansaço começa a consumir
os últimos segundos de sanidade.
E a cada segundo passado
é fato que hora há de descansar.
É fato que hora, há de cansar.
Quanta sobra de dia nenhum.
Quanta soma de desespero.
Quanto some de cada?
E o cansaço de cada dia que nunca sobra,
É o cansaço de cada sobra que nunca é dia.
O cansaço começa a consumir
os últimos segundos de sanidade.
E a cada segundo passado
é fato que hora há de descansar.
É fato que hora, há de cansar.
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